Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura apresentam

O amanhã é hoje

Devemos começar pelo início.

Devemos começar pela base, não adianta ficar bradando contra o ápice da pirâmide, contra o sistema, amaldiçoando o fruto, se não olhamos nosso próprio micro sistema, para o brotinho do nosso quintal.

Comecemos pelas crianças, por elas, sementes, raízes…

Olhemos a todas com respeito às suas manifestações mais puras e autênticas.

Antes de ordená-las para certos comportamentos aguardemos suas expressões voluntárias, fruto do amor, gentileza e respeito que elas mesmas devem receber diariamente.

Dizemos: Se você fizer vai adoecer, não fala isso, cumprimenta fulana, agradece, não mexe, não faz, você vai cair, é feio, não serve… Como se tudo isso fosse “dar educação”, como se a educação fosse repetir em ação o que dizemos.

Educação é sim, A MANIFESTAÇÃO DO AMOR AUTÊNTICO DE UM SER, amor esse que se aprende recebendo.

Educação é a manifestação da gentileza que a criança percebe em quem as cria para com os outros.

Educação é a manifestação da vibração que está presente em seu lar.

Educação é olhar no olho de quem fala, pois ao seu redor todos têm tempo de lhe olhar e falar ao seu coração.

Educação é agradecer voluntariamente a cada um, porque a gratidão está presente em cada manhã na reverência de seus pais.

Educação é ser a manifestação de sua alma por que esta desde cedo ganhou liberdade com o pleno entendimento da autorresponsabilidade.

O que fazemos na verdade com nossas falas, profecias, mau agouros e arbitrariedades é rotular, é criar seres humanos limitados por suas crenças, é afastá-los de possibilidades que vem da própria vivência, da própria escuta do seu coração.
Daí vem as crenças limitantes e incoerências que permeiam nossa existência: “eu não sou tão bom”, “se eu der esse passo vou me machucar”, “se eu mergulhar vou adoecer”, “se eu me expandir algo vai me limitar”, “se não houver sacrifício não merecerei”, “se eu for livre serei julgado”, “se eu for hipócrita serei aceito”.

Por controle absoluto do que queremos que o outro seja, negligenciamos e suprimimos os propósitos e manifestações mais autênticas da alma humana, que passa a vida tentando entender porque as coisas chegaram a esse ponto

Porque nos falta EDUCAÇÃO.

Este texto foi escrito por Paula Gribel, terapeuta que há 20 anos desenvolve seu trabalho interligando técnicas para o equilíbrio nutricional, físico e emocional. Paula integra o time de curadoria do LivMundi.

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